Gravidíssima

Desde a descoberta da gravidez até a chegada do bebê e os desafios de uma jovem mãe de primeira viagem. Como é difícil e ao mesmo tempo incrível desvendar a magia da maternidade.

Gravidíssima

Desde a descoberta da gravidez até a chegada do bebê e os desafios de uma jovem mãe de primeira viagem. Como é difícil e ao mesmo tempo incrível desvendar a magia da maternidade.
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Terra Blog

27.05.08

Update, correções e muito amor

Aqui estou eu de volta com notícias do meu filhote. Aliás, eu estava oscilando entre escrever o apelido dele como "Cadu" ou "Cadú", com acento.

Fui corrigida por um querido amigo, que me alertou, coberto de razão: oxítona terminada em u, NÃO tem acento!!!

 

Portanto, sem mais dúvidas, de agora em diante é CADU.

 

Voltando ao assunto: a saúde dele está em perfeitas condições. Ele está bom do resfriado e só tem um pouco de nariz escorrendo. Mas isso, o pediatra disse que pode ser rinite, já que eu tenho. Provavelmente ele deve ter alergia a alguma coisa - poluição, pó, pêlo de cachorro - e isso causa esssa constante situação. Mas deve passar com o tempo, num vai-e-vem, com o qual terei que me acostumar.

 

Ele está pesando 7kg e medindo 67cm. Ou seja: um touro. Mama como se não houvesse amanhã. Mama tanto que estou tendo que complementar com leite "nan". A pedido do pediatra, ja que meu peito não dá mais conta de produzir tanta quantidade para o dia todo.

 

Por um lado, me livrei do desconforto de tirar leite com a bombinha toda hora. Agora, fico no trabalho tranquila, sabendo que ele terá uma alimentação saudável, recomendada pelo pediatra e em quantidade suficiente para matar sua fome.

 

CLAAARO que nos outros horários eu amamento no peito. De manhã, final da tarde e à noite a produção é natural... Rsrsrs...

 

Faz parte. Nem me estressei. Tem mãe que começa a viajar e se sentir incapaz, culpada etc. Mas gente, nada disso. A vida é assim, um ciclo de acontecimentos, ação e reação. Começou a trabalhar, aumentou o stress diário, provavelmente o leite vai cair de quantidade. Normal. A vida moderna tem dessas coisas.

Eu é que não vou me colocar numa cruz tão cedo. Acho melhor a gente deixar para se julgar mais pra frente, talvez quando os filhos atinjam a fase adulta e comprovem de uma vez por todas se a educação foi eficiente ou não.

 

De qualquer maneira, cada um com seus fantasmas. Os meus eu tento espantar mais rápido. O Cadu é uma bênção na minha vida. Eu estava lendo a entrevista com a Dani Winitz na Contigo, e ela disse que não sabia como podia ter vivido tanto tempo sem o filho dela. E é isso que eu penso: como eu iria aguentar viver sem ele? Como a gente existe sem esse pedaço nosso, essa vida que vai levar adiante a nossa missão, nosso legado, nosso amor, nossos genes, enfim, é uma coisa muito louca.

 

O amor, nem se fala, é tão grande que é melhor nem tentar explicar. Recomendo a todos sentirem esse amor. Vale a pena se doar por eles, acordar por eles, chorar por eles, levar xixi na cara por eles. Imagina, é o mínimo...

 

 

  • criado por  Bia criado por Bia
  • Postado em 14:31:01
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